Entre o Quadro e o Corpo: Gabriela Duarte em “O Papel de Parede Amarelo e Eu
Divulgação (Foto: Priscila Prade) Em um momento histórico em que o conservadorismo ressurge com força e ousadia, O Papel de Parede Amarelo e Eu se impõe como um gesto necessário. Não apenas por recuperar uma obra fundamental do feminismo literário, mas porque o faz em um Brasil onde vozes religiosas afirmam publicamente que mulheres não devem estudar tanto quanto homens, porque “é a vontade divina que o homem seja o cabeça do casal”. O espetáculo, ao contrário, afirma o oposto: que o corpo e a m