2017

Capa pública
Solo autobiográfico de Fabrício Moser que questiona o que das avós há em nós. A peça parte de um inventário de objetos, lembranças e fotografias familiares, entrevistas e registros em vídeo sobre Laura, avó do ator que foi assassinada em 1982. A dramaturgia híbrida é sustentada por dispositivos dramáticos, performáticos, coreográficos, narrativos e visuais, propondo uma experiência coletiva para reelaboração de vivências pessoais.
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