Os Que Lutam

BLACKOUT OU CADA BALA DE FUZIL É UMA LÁGRIMA DE OXALÁ

2026

Os dentes rangem e os filetes de sangue tomam conta das gengivas. Com as testas franzidas e os olhos semicerrados, Amara e Taila encaram a linha do horizonte — exatamente onde o céu encontra o mar. Da fatalidade e da disputa permanente, pulsa a tentativa de recuperar o eixo, o tempo, o território, as histórias, as vitórias e os mundos possíveis, enquanto as negras cicatrizes insistem em arder como feridas expostas. Com um microfone na mão e o corpo carimbado num mundo vermelho e azul, é possível (re)organizar o ódio?

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